Blog Puro Bem-Estar

/Saúde

Ventilador e tempo seco: melhor combinação!

O inverno mal terminou e as temperaturas já estão subindo mais do que a gente gostaria. E, além disso, a umidade relativa do ar tem deixado muita gente preocupado. O desconforto do tempo seco é o que mais incomoda: pele e nariz ressecados, garganta ruim, etc, além de favorecer o aparecimento de rinite e bronquite, por exemplo.

 

Nesse período, por conta do calor, também é muito comum o uso de ar-condicionado, para driblar as altas temperaturas do dia e da noite. Mas esse hábito pode ser muito prejudicial, tanto para o ambiente quanto para a sua saúde. Não sabe o porquê? No post de hoje, nós falaremos sobre isso! Confira.

 

O problema da baixa umidade do ar

A falta de chuva faz com que a quantidade de vapor de água na atmosfera fique baixa. Essa umidade, geralmente, é medida em porcentagem e de 60% para cima é o considerado ideal. Quando esse valor chega entre 20% e 30%, é declarado estado de atenção e recomenda-se evitar alguns tipos de atividade ? como as físicas ? ao ar livre em certos horários. Quando o valor atinge menos de 12%, é declarado estado de emergência e as restrições aumentam. Para se ter ideia, a umidade relativa do ar no deserto do Saara, geralmente, não ultrapassa os 15%.

 

Além de restringir (total ou parcialmente) atividades ao ar livre, a baixa umidade relativa do ar é muito prejudicial à saúde. Isso porque afeta diretamente o nosso sistema respiratório ? e as nossas vias áreas compõem o grupo de partes do corpo que mais sofrem com alterações climáticas.

 

O que acontece é que o nosso pulmão precisa que o ar chegue até ele em determinadas condições: a uma temperatura de 36ºC e a uma umidade de 60%. Quando esses valores estão alterados, o nosso corpo ? sobretudo o nariz ? precisa de um esforço muito maior para garantir essas circunstâncias.

 

O ar seco pode causar: nariz ressecado, pele seca, rinite, bronquite, alergias, conjuntivite, desidratação corpórea, irritação na garganta, etc. E esses sintomas podem ser especialmente piores nos casos de crianças de idosos.

 

Mas, afinal, porque o ventilador de teto é mais recomendado?

Nós reconhecemos que lidar com as altas temperaturas é um desafio. E é por isso que as pessoas recorrem cada vez mais aos equipamentos refrescantes. Seja ar-condicionado ou ventilador, é comum que cada casa tenha pelo menos um desses aparelhos.

 

O ventilador de teto é o mais recomendado para as épocas de tempo seco. Isso porque o ventilador coloca o ar em circulação e isso auxilia na sensação térmica. Diferente do ar-condicionado, que é um vilão (dos grandes!) nessa época.

 

O ar-condicionado funciona captando o ar do ambiente e refrigerando-o. Só que, ao entrar em contato com o processo de refrigeração, o ar perde água por meio da condensação. É quase o mesmo que acontece quando colocamos uma garrafa no congelador e gotinhas se formam em sua superfície.

No caso do ar-condicionado, há essa condensação do ar e a umidade do ar é diminuída, devolvendo para o ambiente um ar fresquinho, porém absolutamente seco. Agora imagine: em um período cuja umidade relativa do ar está perto dos 10%, é impensável a ideia de tornar ainda mais seco o ar que consumimos.

 

Essa realidade não acontece com os ventiladores, que trabalham com ar nas condições em que ele está, sem deixá-lo ainda pior. Se você quiser melhorar a situação, aliar o ventilador de teto a um umidificador de ambientes pode ser uma excelente combinação!


Agora que você já sabe que o melhor para o seu verão e para a sua saúde são os ventiladores de teto, veja quais são as funções que fazem toda a diferença e que você deve considerar na hora de comprar o seu!

Voltar
}